O sono dos inocentes

Quando os anjos recolhem as asas para voar nos sonhos…

bebe dorme

 

Já tive noites em claro, dias escuros, sonhos horríveis e pesadelos coloridos. Vi quando as luzes estão acesas e as pessoas “apagadas” que as madrugadas são um deleite para contemplar: eu resolvi contemplar anjos. Tão pequeno meu anjo tem covinhas quando ri (ainda banguelinha…) suspira no ar que eu respiro e inspira.

É meu pequeno anjo quem dorme mas eu quem  tenho um sonho translúcido (ainda acordada)

Deus me fez mãe e fez desse anjo, minha filha. Num devaneio profundo, recordo-me de um tempo em que eu era menina: as bonecas que eu carregava não podiam me ensinar a “brincar de ser mãe”, pois ser mãe não é brincadeira! É um status que carregamos para sempre. Vou ser avó sem deixar de ser mãe.

Eu ainda contemplo o sono dos inocentes…

Mexendo os dedinhos, esboça um leve sorrisinho. E a lágrima que nasce aqui em meus olhos, o que faço com ela? Não enxugo pois ela limpa meu rosto, para que em breve esse anjo possa beijar.  Se há algo no mundo que possa valer mais que ser mãe, eu ainda não conheço.  Que alegria, depois de meses de agonia e quase morrer (literalmente) no parto, poder carregar, amamentar, trocar ninar e o sono desse ser inocente contemplar .

Meu bondoso Deus,

Como posso agradecer?

A vida só começa quando o espirito e amor de mãe penetram o corpo de uma mulher.

Um breve pensamento,

Érica calefi

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